' Fortes são aqueles que transforman em luz o que é escuridão.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
' Espalhe suas levezas e doçuras, desate os nós que o passado deixou e flutue.
Se
algumas pessoas te desejarem o mal, deseje a elas amor. E felicidade o
suficiente pra que vivam as suas vidas e esqueçam de uma vez por todas
da sua.
Esquece
essa gente pequena, dona moça. Não é todo mundo que guarda no peito, um
baú feito o seu, cheio de inspiração, flores, cores e delicadezas.
' Desejo que você não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la. Não
há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio
quem usa as derrotas para alcançá-lo. Só é digno da sabedoria quem usa
as lágrimas para irrigá-la. Os frágeis usam a força; os fortes, a
inteligência. Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas. Seja um
debatedor de ideias. Lute pelo que você ama.
' Não me deixe escapar, porque, na verdade, eu nunca cheguei realmente.
Não deixe que a gente se perca no meio dessa loucura de querer quase sem dizer, porque está escrito com todas as letras em cada parte que eu leio dentro de mim. E a gente sabe, mesmo fechando os olhos, que tudo acontece lentamente. Mas de tão verdadeiro assusta. Tenho medo.
Não deixe que a gente se perca no meio dessa loucura de querer quase sem dizer, porque está escrito com todas as letras em cada parte que eu leio dentro de mim. E a gente sabe, mesmo fechando os olhos, que tudo acontece lentamente. Mas de tão verdadeiro assusta. Tenho medo.
' É fácil reclamar da vida, dos meios e dos
fins. Difícil é alimentar-se todos os dias de alguma luz, contrabandear
algum sorriso e vender bons fluídos sem ao menos saber como. A gente
coloca a cara a tapa, inventa cores e sabores pra vida. Portanto,
embole a tristeza no adeus, enfie o que dói num saco preto e enterre.
Esqueça. Deixe que a terra engula o que ela mesma produziu. O que vem
de baixo a gente esmaga.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
' O amor era suave e tinha um jeito de penetrar sem invadir, de libertar no abraço. O amor não era mais aquela insônia, mas sonho bom na entrega ao desconhecido. O amor não era mais a iminência de um conflito, mas uma confiança na vida. E, pela primeira vez, o amor não carregava resquícios de abandono, pois havia descoberto: o amor estava ali porque ambos estavam prontos. O tempo estava certo.
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